Obrigada, obrigada e obrigada por este belíssimo e certeiro poema. queria tê-lo escrito. é exatamente a tradução do que está em mim nestes dias. beijos.
há momentos em que a gente entende tudo da maneira que reverbera por dentro... hoje, lendo este teu texto, lembrei de Virgínia Wolf e do rio Ouse... um beijo
agora, sim, plenamente justificáveis os sussurros em mim. só não sabia que vinham das peles e dos ossos. desculpe não abracá-la na despedida: meus ossos estão ocupados.
este teu último verso me disse tanto, cecília, que acabou por alojar-se em mim. tentei dialogar com ele. está lá, no caraminholas. uma espécie de brincadeira perigosa de cutucar a esfinge. 1 beijo
Cecília: Cheguei até aqui pelo blog do Pardim, e me emocionei, infinitamente, com o texto "poque é feito de libertações, o amor". Tenho três "passarinhos", e entendi, celularmente, cada palavra sua: o porquê do verde-água, só mãe para compreender... as festas-brigadeiras... a confiança-desconfiada, enfim, só mãe para sabersentir. Sem mais palavras, muitos beijos
Amiga, cara amiga, sim concordo com suas palavras lá no Prosavulsa, mas a aflição dos dias idos, às vezes, lança-se sobre mim de maneira gigante, aí eu fico pequeno. Um espelo, na verdade, reflete imagens várias, quase sempre em confusão intensa e sem limite, mas volto sempre lá, procurando onde o pó se acumula, porém sem deixar o oceano de caos me inundar. Acredite.
Vamos tentar nos comunicar por msn? Se você usar esta tecnologia, claro. Se usa me adicione: jusoperandis@hotmail.com
Obrigada, obrigada e obrigada por este belíssimo e certeiro poema. queria tê-lo escrito. é exatamente a tradução do que está em mim nestes dias. beijos.
ResponderExcluirhá momentos em que a gente entende tudo da maneira que reverbera por dentro... hoje, lendo este teu texto, lembrei de Virgínia Wolf e do rio Ouse...
ResponderExcluirum beijo
à pele da sua palavra!...beijo
ResponderExcluirE quando o desejo abunda é só imensidão. Palavras exatas, poetamiga, convergem em mim o infinito.
ResponderExcluirSempre gigante em suas conclusões. Assim sempre assim.
Beijos e mimos.
Oi!
ResponderExcluirGostei.
Beijos do *CC*
deixo um beijo paramregistrar minha visita!
ResponderExcluir:*
muito bonito este poema
ResponderExcluiragora, sim, plenamente justificáveis os sussurros em mim. só não sabia que vinham das peles e dos ossos. desculpe não abracá-la na despedida: meus ossos estão ocupados.
ResponderExcluirInspirado e belo. Economia total de palavras: isto é isto e ponto!
ResponderExcluirEstou na fase dos mergulhos, minha Lia... minha alma se habituou às profundezas. Beijo enorme.
ResponderExcluirSem palavras... amo isso aqui!
ResponderExcluirBeijão, querida, disse tudo!
este teu último verso me disse tanto, cecília, que acabou por alojar-se em mim. tentei dialogar com ele. está lá, no caraminholas. uma espécie de brincadeira perigosa de cutucar a esfinge. 1 beijo
ResponderExcluirCecília:
ResponderExcluirCheguei até aqui pelo blog do Pardim, e me emocionei, infinitamente, com o texto "poque é feito de libertações, o amor". Tenho três "passarinhos", e entendi, celularmente, cada palavra sua: o porquê do verde-água, só mãe para compreender... as festas-brigadeiras... a confiança-desconfiada, enfim, só mãe para sabersentir.
Sem mais palavras,
muitos beijos
...
ResponderExcluirquando o desejo morre, ficam as memórias no ser: clamando.
Cecília, querida:
ResponderExcluirObrigada pela visita! Que bom que encontrou afinidades, mas, como dizia Jung, não foi por acaso! É a tal sincronicidade!
Beijos...
Eu estava lá no Marcos Pardim e vim aqui conferir seu poema. Surpreendentes imagens, que fazem pensar. Parabens e abraço das Minas Gerais.
ResponderExcluirOi,
ResponderExcluirEsse poema não ficou muito claro para mim, mas imagens dos versos são intrigantes.
bjs,
Oi,
ResponderExcluirEsse poema não ficou muito claro para mim, mas imagens dos versos são intrigantes.
bjs,
Amiga, cara amiga, sim concordo com suas palavras lá no Prosavulsa, mas a aflição dos dias idos, às vezes, lança-se sobre mim de maneira gigante, aí eu fico pequeno. Um espelo, na verdade, reflete imagens várias, quase sempre em confusão intensa e sem limite, mas volto sempre lá, procurando onde o pó se acumula, porém sem deixar o oceano de caos me inundar. Acredite.
ResponderExcluirVamos tentar nos comunicar por msn? Se você usar esta tecnologia, claro. Se usa me adicione: jusoperandis@hotmail.com
Beijos e mimos intensos.
Eita! Gostei muito!
ResponderExcluirAbraços!
Se não tem novo, vou ler um velho que também é novo, para mim.
ResponderExcluirSe não tem novo, vou ler um velho que também é novo, para mim.
ResponderExcluirposso usar um trecho deste poema numa imagem??? hum?
ResponderExcluirbeijo
Lia, para quando um novo post?
ResponderExcluirPoutz, iso aqui ficou muito bom
ResponderExcluir"Quando o desejo
morre
na boca
peles e ossos
conversam.
"
Meus ossos neste momento estão tagarelasss!
.
Beijo.
Poutz, iso aqui ficou muito bom
ResponderExcluir"Quando o desejo
morre
na boca
peles e ossos
conversam.
"
Meus ossos neste momento estão tagarelasss!
.
Beijo.
Cecília,
ResponderExcluirpoeta que resseca o que ressuma. Gostei muito do final. No início, pisei em pregos.
Beijo.
Cecília,
ResponderExcluirpoeta que resseca o que ressuma. Gostei muito do final, um achado, eu nele me achando.
Parabéns, obrigado.